Coloco a sertã anti-aderente pulverizada com azeite a aquecer. Numa bacia misturo cerca de 170 grs de farinha com fermento com um iogurte natural e um pouco de sal dos Himalaias. Li algures que é um bom sal, para usar como fino, e é cor-de-rosa, a cor do amor, disse quem o viu.
Amasso até despegar e faço 4 pãezinhos que vão a cozer 4 a 5 minutos de cada lado na sertã quente, e se possível tapada.
O pão está feito e saboreio-o com manteiga que derrete imediatamente.
O sol que entra pela porta da varanda alaga o meu rosto. A mulher que fala no telemóvel diz que no momento em que dizemos que não somos capazes, as forças involutivas ganham força e aproximam-se. A ciência não o comprova, eu sei, forasteiro, mas também não tem como provar o contrário.
Talvez tenha comido mais do que devia, mas saboreei cada bocadinho com o corpo todo, agradecendo a capacidade e a consciência.
