quinta-feira, 5 de outubro de 2017

devagar




























o homem que enchia a alma com a união do mar com o rio, aponta para as pombas que saem a voar do peito da mulher que procura por si na rebentação das ondas.
- tens que as alimentar, sussurra-lhe, senão levar-te-ão o caminho antes de tu o calcorreares. vive devagar e demora-te em ti. aprende a lentidão dos velhos.











2 comentários: