o homem que enchia a alma com a união do mar com o rio, aponta para as pombas que saem a voar do peito da mulher que procura por si na rebentação das ondas.
- tens que as alimentar, sussurra-lhe, senão levar-te-ão o caminho antes de tu o calcorreares. vive devagar e demora-te em ti. aprende a lentidão dos velhos.



Ana,
ResponderEliminarTu assustas-me com o que escreves às vezes.
credo, Ana, porquê?
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