domingo, 15 de fevereiro de 2026

 





"O entendimento da natureza desta Mulher Selvagem não é uma religião mas sim uma prática. É uma psicologia no seu sentido mais verdadeiro: psukhélpsych, alma; ology ou logos, conhecimento da alma. Sem ela as mulheres ficam sem ouvidos para escutar as conversas da alma ou sequer registar o soar dos seus próprios ritmos internos . Sem ela, os olhos internos da mulher são fechados por uma sombria mão, e partes consideráveis dos seus dias são passadas num marasmo paralisante ou em pensamentos ilusórios. Sem ela, as mulheres perdem a firmeza do equilíbrio espiritual. (...) A Mulher Selvagem é o regulador das mulheres, o seu coração emotivo, à semelhança do coração humano, regulador do corpo físico."

Clarissa Pinkola Estés
Mulheres que Correm com os Lobos





5 comentários:

  1. Bolas, ofereceram-me há anos um exemplar desse livro e nunca li...mas tem que ir ver Hammett, o filme...tem muito a ver.

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    1. Pois... Não o li todo mas vou lendo. Uso como oráculo e peço orientação em fases de vida mais perdidas... Abro à sorte e leio 😊 normalmente faz sentido. São as minhas irracionalidades, 😁
      Vou seguir a sugestão um dia destes. Muito obrigada, CC

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  2. Mulher Selvagem: nã na conheço e nem à obra. Mas, de alguma forma, concordo: cada mulher (diria mais, cada ser humano) é selvagem a seu modo; se o não for, pior para ela/ele e para os que a/o rodeiam.
    Quanto ao livro Hamnet, gostei. E como o filme vem quase a minha casa, também conto vê-lo. Só para testar qual agradou com mais força.

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    1. Concordo, bea. Também não li o livro, mas agora estou com curiosidade redrobada... Obrigada

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  3. A mulher selvagem tinha o nome de Lilith, a primeira companheira do Adão, mas a Eva ganhou a preferência da tradição judaico-cristã e ainda levou com a culpa de ter oferecido como almoço uma maçã. É no que vivemos desde que me lembro.

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