quinta-feira, 26 de outubro de 2017

soltas do dia










onde ele via a imensidão do mar, eu via a infinitude do céu.

o homem que caminha comigo à beira-rio conta-me das suas propriedades, pega na minha mão para verificar se está fria, faz-me ver que o meu futuro não será, de todo, risonho e convida-me para visitar o seu escritório. quiçá, tomar um café com ele.

todos os dias eu penso que tem que haver algo, nestas 24 horas, sobre o qual valha a pena escrever, e hoje, fica-me a esperança de que o príncipe herdeiro da arábia saudita traga melhores dias ao médio oriente. 
estou a secar, parece-me.












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