quarta-feira, 31 de agosto de 2016

constelações






























colo o meu corpo ao teu. as minhas pernas, sarrabiscadas de varizes, fundem-se nas tuas, polvilhadas de sardas. juntos criamos mapas de constelações, vias lácteas, um céu completo, sem limites.

como aquele mar que de noite cresce para o céu e faz perder a noção do tempo e do espaço. 
infinito.
















4 comentários:

  1. gosto quando a escuridão é só uma e não sabes onde acaba a terra e começa o céu :)

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  2. desconfio que andas a ler os meus pensamentos :)

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  3. Com esses olhos esbugalhados qualquer um te lê...

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