segunda-feira, 25 de abril de 2016

terra





















ainda trago em mim o cheiro à erva orvalhada, as árvores que entram pela casa silenciosamente, o borbulhar da água do ribeiro e o crepitar da lenha.
no silêncio de mim, faço-me una com a terra e procuro-me. encontro medos que querem carinho, encontro amor que quer expressão, encontro corpo que quer outra pele.
na névoa do que eu sou, o mais nítido és tu. 
âncora.















4 comentários:

  1. olha, trovisco - nadinha - quem me dera chuva da boa com trovoada à mistura...

    e o tempo por aí?

    ResponderEliminar
  2. Há sempre uma necessidade de pertença :)

    (estou a colocar a leitura em dia) :)

    ResponderEliminar