domingo, 25 de março de 2018

como passei o domingo?
























Fiz uma pavlova com framboesas, amoras e morangos dentro. Ao trincar, senti a mistura do suspiro húmido e crocante, com a frescura dos frutos envolvidos em natas levemente adoçadas com iogurte grego. Depois fiquei a ver as nuvens a passar no céu. E ver as nuvens a passar no céu enche bem uma tarde de domingo.

o homem da palestra:

"O que fazes hoje?
Nada. Hoje é domingo.

(...) vocês têm esta divisão do tempo semanal em módulos, e sábado, para umas culturas, e domingo para outras, devia ser o dia em que o tempo terrestre se alinha com o tempo cósmico, em que kronos se alinha com kairos, e kairos e kronos se alinham com aéon.

Kairos, é o tempo que não é dos deuses nem dos homens, o tempo intermédio, o tempo mágico, a sensação de tempo quando estamos profundamente entusiasmados, empenhados e energizados. A percepção do tempo resulta do entusiasmo. (…) kairos é a experiência de estar com um pé no tempo, e com um pé fora do tempo. Kairos é o que acontece quando estás a ver uma bailarina, ou uma companhia inteira de ballet e a ultima coisa que pensas é em tempo. Mas o tempo está a passar, mas a nossa percepção é que é diferente. Acima de kairos e de kronos existe aéon, tempo que não passa."



















12 comentários:

  1. já salivei...
    hoje terminei o que comecei ontem, só me falta a cabeça... vou ter de dormir sem ela

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    1. Eu não terminei nem comecei nada.
      Devia aproveitar a lua crescente...

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    2. deixa lá, a sensação que tenho é a de nã ter feito nada...

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    3. Eu acho que me perdi naquela hora que deixou de existir...

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    4. ia escrever um post sobre o jet lag dos pobres...

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    5. a tua cabeça pode também ter desaparecido naquela hora...

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  2. Einstein chamava-lhe o tempo perfeito.

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