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a mulher que andava em círculos dentro de um labirinto, dirigiu o olhar para o interior de si e viu o lugar onde os lagos reflectem o céu. das lágrimas, nasceram-lhe asas e voou para lá dos muros. lá em baixo, à medida que a figura geométrica se distanciava, definiam-se os contornos do peito de um homem, tal como uma enseada, onde ela se ancorara em fundo lodoso. sabia que voltaria a ele nos dias chuvosos em que as águas se tornam cheias e as marés galgam as pedras, sedentas de arrepio.
parabéns terrivelmente atrasados
ResponderEliminarnão sei...
Eliminarnã sabes se aceitas?
Eliminar(já viste este tempo?...)
Eliminarcomo é que achas que estou?
Eliminarmorrinhento
EliminarO arrepio de que tanto se foge como se procura...
ResponderEliminarBeijo, ana :)
beijo, Maria :)
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