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desta vez foi o corpo que se quis livrar da alma. costuma ser o inverso, a alma que se desenquadra da vida a que a obriga, e viaja para paragens de onde não traz memórias. mas hoje, a alma aflita a suplicar-lhe descanso, e o corpo num desatino de afazeres que a alma habitualmente rejeita. cortou a corrente da âncora que garante a distância segura, e, diria que, se é a alma que dá vida ao corpo, que carregou uma alma que não era a sua.
Por vezes, é preciso cortar amarras. :)
ResponderEliminarBoa semana, ana.
e seguir em frente.
Eliminarboa semana, deep :)