domingo, 29 de janeiro de 2017

aquele ponto










então, chegou-se àquele ponto em que uma telefona e diz: meninas, isto ando tudo muito em baixo, temos que marcar um jantar. então começam elas a falar em andarilhos, medicação e cadeiras de rodas, qual o restaurante com mais espaço para poderem circular, e acabam sempre por ir parar à adega, atarrecada e cheia de gente, onde têm a mesa do cantinho para elas, ai se não têm, e onde podem reclamar de tudo, das tapas, da sangria, da música, do serviço. já ninguém lhes dá importância.










18 comentários:

  1. À vezes bem precisamos de reclamar. :)

    ResponderEliminar
  2. reclamar por tudo e por nada, Luísa. já ninguém nos liga :)

    ResponderEliminar
  3. precisavas de vir a um jantar de mulheres, Hury :)

    ResponderEliminar
  4. a tua vida mudaria para sempre, para melhor, claro :)

    ResponderEliminar
  5. até fiquei a pensar quem me está a escrever...és tu Hury?...sou eu a querida ana?...

    ResponderEliminar
  6. agora já entendo...
    muito prazer :)
    a quem devo a honra?

    ResponderEliminar
  7. já foi... sr augusto, rica peça :)
    mas tu és querida

    ResponderEliminar
  8. eu?...insuportável...
    boa noite, sr. augusto :)

    ResponderEliminar
  9. bom rapaz, o seu neto, sr. augusto, anda apenas desencontrado.

    ResponderEliminar
  10. acha mesmo menina ana? pois eu parece-me que ele é meio tolo, em vez de aproveitar a vida anda por ai a choramingar o azar dele pelos cantos. sinceramente, não sei como o toleram!

    ResponderEliminar
  11. pode ser que o ouça, sr. augusto...cá para mim, ele anda desencontrado. ouvi falar que o fadaram ao nascer, desfade-o o senhor, agora que está aí junto do todo-poderoso...

    ResponderEliminar
  12. :) menina ana, as coisas não são assim. fadado à nascença, tem de ser ele a resolver o problema, pois julgo que só ele pode resolver. as pessoas andam ai para se melhorarem, por isso algumas nascem com pontos a menos, e durante a vida têm de andar da perna e é se querem.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sr. Augusto, falamos a mesma linguagem. Pena o senhor já estar desse lado. Quem sabe nos entendiamos...
      Tem razão, Manuel boy que cabeceie por aí até se desfadar...vai ter muito que lhe dar, coitado...
      Vou dormir. Já nos encontramos...

      Eliminar