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chego a casa.
está frio lá fora.
acendo a lareira em tempo record.
ponho o meu jantar na mesa, frio, acabado de sair do frigorífico. tenho fome e cansaço.
encho uma taça de espumante para acompanhar o strogonoff com chucrute.
tenho muito para celebrar... todos os acordares da mulher mais velha, as palavras que correram da minha boca para fora, a saúde, o fogo, os sonhos que insistem em saltar do meu peito, a gratidão que mesmo assim não me larga num mundo comandado por loucos, os pés frescos e as costas quentes durante o sono, não ter de me levantar durante a noite, os rapazes nas vidas deles.
de tanto brindar fico atordoada.
a minha alma sorri...


:)) Ora aí está, os brindes sempre fazem efeito. E talvez a casa já nem esteja fria, nem o prato de esparguete que o micro ondas resolveu, nem o seu espírito. Subiu ao seu mundo uma onda de calor.
ResponderEliminarHá sempre muito por que brindar, a gente é que nem se lembra disso.
Costas quentes e pés frescos?! hummm....no inverno parece um bocadinho mal. Desconfortável, vá.
É verdade, bea. Andamos todos muito distraídos...
EliminarSim, de preferência pés frios e costas quentes 😊
De brinde em brinde se alegra a vida e se perde um pouco o juízo, o que nada tem de mal ...a minha mãe dizia que para dormir bem era tomar um cálice de porto. E esta tanto frioooo!
ResponderEliminarum cálice de porto é uma óptima ideia :)
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