lia hoje o post da mãe preocupada, descrevendo o mundo que temos, e terminando a dizer que "(Sou uma céptica de nascença. E isso, pese embora o facto de me manter a esperança em níveis mínimos, também me livra dos contagiosos horrores do pessimismo.)".
reparo então que sou uma crente de nascença. sempre pensei que fosse por preguiça, que, em principio, acredito em tudo, no absurdo, até, mas acho mesmo que é feitio.
embora reconheça razão no que acabo de ler, no meu caso, acreditar mantém-me a esperança em níveis máximos, de tal forma confiante, que agradeço antecipadamente à vida, ou ao que lhe quiserem chamar, e não me mergulha nos horrores do pessimismo.
acredito na força do bem, embora reconheça o mal, e creio que o mundo caminha no sentido certo, apesar de tudo. não me parece possível que as flores sejam uma mera explosão da natureza, que o vaivém do mar seja mudo, que o vento não traga uma lição, que as atrocidades sejam em vão, que os líderes loucos, não façam com que as organizações tomem medidas para proteger os frágeis, que os fundamentalistas nãos nos ensinem a ser tolerantes.
embora reconheça razão no que acabo de ler, no meu caso, acreditar mantém-me a esperança em níveis máximos, de tal forma confiante, que agradeço antecipadamente à vida, ou ao que lhe quiserem chamar, e não me mergulha nos horrores do pessimismo.
acredito na força do bem, embora reconheça o mal, e creio que o mundo caminha no sentido certo, apesar de tudo. não me parece possível que as flores sejam uma mera explosão da natureza, que o vaivém do mar seja mudo, que o vento não traga uma lição, que as atrocidades sejam em vão, que os líderes loucos, não façam com que as organizações tomem medidas para proteger os frágeis, que os fundamentalistas nãos nos ensinem a ser tolerantes.
acredito que a terra é mãe, que trazemos em nós as forças dos elementos, dos pontos cardeais e dos animais. acredito que o universo é ilimitado, e todos fazemos parte do mesmo. sobretudo acredito que o bem prevalecerá sobre o mal.
há quem me considere lorpa. sou-o, com muito gosto, e ostento com orgulho as razões da nomeação.
há quem me considere lorpa. sou-o, com muito gosto, e ostento com orgulho as razões da nomeação.

