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do outro lado do mundo morrem inocentes porque nasceram no país errado, são libertadas raparigas, que desde meninas foram violadas e escravizadas, minorias étnicas fogem sem saber para onde, o estado islâmico prossegue a sua réplica das cruzadas. pais maltratam filhos, filhos agridem os pais mesmo aqui ao lado. é a miséria humana. os meus olhos cravam-se num olhar frio e profundo de um guerrilheiro qualquer e sei que ali está alguém igual a mim, numa circunstância diferente. bob dylon é galardoado com o nobel da literatura, perante a indignação de todos e é o assunto do dia, até antónio guterres passa ao lado.
o mar, hoje de manhã, estava metade azul e a outra metade cinzento, como o céu. como que por ironia, rindo-se de mim, mostrando-me nós.
(na verdade, urge celebrar, por estarmos aqui.)