colo o meu corpo ao teu. as minhas pernas, sarrabiscadas de
varizes, fundem-se nas tuas, polvilhadas de sardas. juntos criamos mapas de
constelações, vias lácteas, um céu completo, sem limites.
como aquele mar que de noite cresce para o céu e faz perder
a noção do tempo e do espaço.
infinito.


