skip to main |
skip to sidebar
sentada em frente àquele rapaz/homem que não demonstra qualquer carinho por mim e me acusa de intenções que não são minhas, enquanto argumento tento perceber o que tenho que aprender com o que estou a viver. que diversas formas há de viver o amor, o amor mais genuíno, o de mãe. o meu maior medo é a falta dele, do amor, dentro de mim.
inda ali acaba a terra, mas já o céu não começa, escrevia almeida garrett, e eu lembro-me das folhas caídas, ali naquele lugar, onde parece que a terra entra no mar, que na negritude da noite, não se distingue do céu, a não ser pelo ponteado das estrelas. acaba ali a terra, onde pousam os nossos pés, e o resto do corpo se funde no mar e no céu.