domingo, 3 de julho de 2016

domingo












respiro devagar para não me ouvir. dormi com todas as janelas abertas e a casa está fresca. é domingo de manhã, bem cedo. é o momento único das horas calmas em que o silêncio só é interrompido pelo chilrear dos pássaros e um sino que toca longe. 
fico quieta. tudo dorme. ninguém exige nada. sou só eu e eu e tudo o que não fala.