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eu preciso de chuva. estou a ficar seca, liofilizada, de corpo e de alma. mas depois vens tu com as palavras silenciosas a gotejarem da ponta dos teus dedos e refresco, revivo, ressorrio. modificando uma musiquinha, digo que nas tuas palavras é que eu encontro, depois das batalhas, o descanso, e essa paz infinita.