quinta-feira, 21 de abril de 2016

a um só tempo













deixo que o meu olhar se perca na brincadeira dos pardais enquanto saltitam na varanda. as horas voam mas assoma-me uma irresponsabilidade de tudo que eu deixo instalar-se.

fecho os olhos e faço com que a distância não exista, e, enquanto tu brincas com as palavras, neste coincidir, eu respiro-te e sinto-te, muito para além do que poderás supor.