não é fácil caminhar com os pés na terra e o resto do corpo naquele balouçar, por dentro, a alma naquele esvoaçar de vento, os sentimentos perdidos de inebriados de cor, diferente a todo o momento.
quando o tempo se amansa em domingo, ela deita-se em frente à janela e olha as nuvens naquela mudança marítima, e fica, quieta, identificando os sons do silêncio, tenta aprender a harmonia dos elementos.
tenta aprender a vida, por dentro.

