é no dia do pai que mais sinto a falta do meu. do seu riso, da segurança que me dava, do porto seguro que era, do amor por mim, do amor pelos netos. o pilar que ele era e que agora sou eu.
vida demais para os meus ombros, pai.
todos os anos lhe dava um livro da colecção vampiro. todos os anos. ainda estão lá em baixo, centenas deles, fechados no arrumo da garagem. quanto a ele, está por todo o lado, todo.


