foi às 4.30 da manhã que vi as palavras do mail que devia enviar hoje cedo, assim de repente, assim do nada (nada é como quem diz). cheiinha de gratidão por aquela ajuda que chegou em vez do canto do pássaro, escrevi num dos vários blocos que tenho na mesa de cabeceira e de manhã mandei.
"não deixes que te barafundem", disseste-me, e eu a ver ternura nas tuas palavras, e os olhos alagaram-se na distância. não deixei.
(chego a pensar que a melodia da ave, seja ele também.)


